Assim como tudo, foi no improviso. Saí de Shizuoka no sábado 21 com destino a Tóquio e ainda sem o 18 (lê-se, em português do Brasil, “juu ratchi”) kippu. Tomei um shinkansen, o trem-bala, porque tinha marcado um encontro com meu amigo francês, o Sylvain e acordara tarde. Porém, o cara estava para lá de […]









